Recebo mais um e-mail de Deisi Vaz Pinto fazendo comentários sobres as famílias Vaz Pinto e Pereira Pinto que posto aqui no Blog para conhecimento de todos sobre as famílias brasileiras.
Olá João Felipe, Não conheço a Sônia Vaz Pinto e não me consta que exista uma entre os “meus” Vaz Pinto. Vinculado à Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul só tenho meu irmão caçula, Vágner Vaz Pinto, professor estadual aposentado, que ainda mora em Bagé.
Como você deve saber, existe uma família em Portugal que usa, essa sim, esses dois nomes juntos, há séculos(*), mas não é o caso. “Meu” Vaz vem da mãe e o Pinto do pai(em todos os sentidos). Portanto no nosso caso esses dois nomes estão juntos aleatoriamente, por acaso, e ainda não consegui estabelecer qualquer vínculo além de terceira geração.
Meu avô materno, Mizael Vaz Martins(foto anexa) ,casou com uma Corrêa - Ophélia - uma dos milhares de herdeiros(frustrados) dos irmãos/as do famoso Comendador Domingos Faustino Corrêa(**), detentor de uma das maiores fortunas do Brasil na época do Império.
Sem filhos legítimos, ele deixou tudo em usufruto para os 15 filhos ilegítimos que teve com escravas.
Os herdeiros destes devem ter feito usucapião e ainda podem ser muito ricos pois cada um desses 15 recebeu, segundo consta, “meia légua de campo” em pleno pampa gaúcho, entrando fundo no Uruguai.
Pelo lado dos Pinto também não fui muito longe, somente até o bisavô Gentil Pereira Pinto, casado com Amélia da Silva Pinto. Todos nascidos, vividos e morridos em Bagé(RS), onde também consta que os Pereira Pinto já foram gente importante.
Não descobri nenhum elo e duvido que haja algum com o seu ramo “dos Angicos” ou com o do Marechal de Campo(ou com o do Almirante), aí nos anexos. Um um deles(se não é o mesmo) foi governador militar da então Província do Rio Grande do Sul) e comandou(ou o outro)o navio que foi buscar a futura esposa do Imperador na Europa).
Tudo indica, portanto, também aqui, que deve ser outra união fortuita de sobrenomes muito comuns no Brasil. E não é para menos: segundo diz o Dr. Sérgio Danilo Pena(Deriva Genética), cada um de nós tem 36 tetra-avós, o que dá em “500 anos, se considerarmos 25 por geração…. um milhão de antepassados”!
Grande abraço,
Deisi - Brasília(DF)
(*) - O Pe. António Vaz Pinto, S.I., traça o roteiro dessa família (desde o comçeo do uso da palavra Pinto como sobrenome dos filhos de D. Egas Mendes de Gundar, procedente das Astúrias com o conde D.Henrique de Borgonha)no livro “A CASA DO BURGO-Esboço sobre a história da família Vaz Pinto do Burgo -Arouca”, Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda Edições, 2005, Portugal, ISBN 972-98111-7-2.
(**) - Página 23 do livro “UMA FAMÍLIA DO PORTO” de Pedro Araújo Dantas, 1998, Guimarães Editores, Portugal, ISBN 972-665-415-7.

Setembro 12th, 2008 at 8:16
este Web site olha muito agradável mas eu preciso a outra sustentação das línguas
Novembro 17th, 2008 at 13:14
ola
vc tem mais informacoes sobe a familia Pinto de Bage?
Eu so descendente de Ana Pinto que morava em bage. Mas nao tenho infromacoes sobe ela.
Desculpa meu portugues, eu so falo espanhol.
Abraco
“Pelo lado dos Pinto também não fui muito longe, somente até o bisavô Gentil Pereira Pinto, casado com Amélia da Silva Pinto. Todos nascidos, vividos e morridos em Bagé(RS), onde também consta que os Pereira Pinto já foram gente importante.”